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domingo, 25 de novembro de 2012

Habilidades de função da leitura para uma prova de compreensão de texto de língua inglesa



Uma prova de compreensão de texto em inglês envolve a capacidade do candidato de mostrar suas habilidades linguísticas no tocante à semântica. A semântica é o campo da linguística que trabalha com o significado, ou seja, o contexto presente no texto, sua interpretação, enfim tudo que engloba o sentido. Portanto, as perguntas em uma prova como essa procuram verificar se o candidato possui habilidades da função de leitura.
Há um erro comum que se repete nas provas de compreensão de texto. O candidato acha que deve saber o texto de cor. Devemos levar em consideração que o texto escolhido não é aleatório. Ele trata do assunto principal da empresa para a qual a prova foi elaborada. Por exemplo, se a prova elaborada é para uma empresa de petróleo, os textos serão dedicados aos assuntos relacionados àquela companhia, ou seja, no caso, petróleo, meio ambiente, etc. Se o principal negócio da empresa é impostos federais, os textos serão dedicados a tal tema. Vale a pena ler textos da área onde a empresa atua. Porém, a banca que elabora a prova não é necessariamente expert na área onde a empresa atua.
A banca não tem que ser especialista em economia ou tecnologia, por exemplo. A banca que elabora uma prova de compreensão de texto é da área de letras e escolherá um texto cujo tema tenha a ver com as áreas afins da empresa contratante. A prova se trata de uma prova de língua e seus elaboradores deverão se ater a isso. Se a banca não detém o saber sobre tais assuntos profundamente, não poderá exigir que o candidato saiba tal conhecimento, pelo menos na prova de inglês. Portanto, saber o texto de cor necessariamente não ajuda ao responder a prova. O que o candidato deverá fazer é apreender o contexto principal.
Como ele poderá fazer isso? Simplesmente lendo o texto uma vez com bastante atenção para obter o Gist, ou seja a idéia principal. A primeira habilidade a ser avaliada é extrair a idéia principal do texto como um todo, ou ainda, extrair a idéia principal de um dos parágrafos do texto. Uma questão cujo enunciado diz: “what is the main idea of the author”; “what is the main point of the passage “; what is the gist of the text? são exemplos de perguntas de interpretação que cairão na prova. A resposta dependerá da leitura bem feita do texto. Vale ressaltar que uma leitura bem feita do texto não quer ler o texto cinco vezes. Não é disso que se trata uma prova de compreensão de texto em língua estrangeira.  Nem haveria tempo hábil para tanto. O candidato deve ler com atenção o primeiro parágrafo do texto, pois este último possui a idéia principal do que o autor vai abordar. Portanto, temos, aqui, a primeira dica para uma boa leitura do texto: ler com atenção o primeiro parágrafo sem ler mais de uma vez o resto do texto. As perguntas nas questões da prova levarão o candidato a ler um ou outro parágrafo mais uma vez quando assim for necessário. Em suma, não leiam os parágrafos mais de uma vez antes de começar a responder as questões. As questões darão a direção do que o candidato deverá reler.
Uma questão cuja pergunta envolva o parágrafo três dirá: “in paragraph 3, the author means...”. Nesse momento o candidato poderá reler o tal parágrafo.
Outra dica importante que deve ser levada em consideração na elaboração das provas é a sequência das perguntas. Um texto tem início, meio e fim. Em outras palavras, dizemos que cada texto deverá conter uma introdução, desenvolvimento e conclusão. As questões seguem uma sequência lógica. A primeira questão tratará de algo que foi mencionado no primeiro parágrafo. Já a questão número dois tratará de algo que foi mencionado no parágrafo três. A questão número três não poderá se tratar de algo mencionado no parágrafo dois. Essa é uma regra de elaboração de prova. Existe uma sequência de perguntas que se refere à sequência e coerência do texto. Por isso é que geralmente a pergunta número um trata da questão principal do texto, pois o primeiro parágrafo se refere à introdução do tema.
É no parágrafo um que o autor discursará do que ele vai tratar. O desenvolvimento do texto virá nos demais parágrafos. Portanto, o candidato deverá ser indagado sobre questões que são desenvolvidas através do texto. A banca também precisa dessa formatação já que ela não é especialista em petróleo, ou impostos federais ou em transações bancárias ou muito menos em economia. As perguntas serão elaboradas conforme o texto for se desenvolvendo, ou seja, conforme o autor desenvolve seu raciocínio.
Outra dica importante se trata de reconhecer as questões diretas e indiretas. Dentro das questões de interpretação de texto, há dois tipos; questões diretas e questões indiretas. Questões diretas são mais facilmente encontradas e o candidato deverá procurá- las no parágrafo correspondente ao assunto. Um exemplo de uma questão direta: “How many people were injured in the accident?” A resposta está exposta no corpo do texto e o candidato percorrerá o texto para encontrar tal informação. Chamamos tal habilidade de skimming & scanning. Usamos tal habilidade para encontrar no jornal quais filmes estão passando no cinema. Quais os cinemas que estão apresentando os filmes e quais horários disponíveis. Portanto, é uma habilidade importantíssima que o candidato deverá mostrar que tem. As questões indiretas não são facilmente encontradas no texto, pois dependem de uma dedução e de uma inferência do candidato.
É outra habilidade que o candidato deverá mostrar que possui. “Many Americans have been on foreclosure since the economic crisis hit the United States in 2008.” O que o candidato pode inferior desta afirmativa? Não se pede que o candidato traduza a frase. Ao contrário, ele deverá deduzir algo que está escrito. Ele deverá se ater ao que está escrito. Muitos candidatos dirão que a crise foi uma das piores crises dos Estados Unidos. A afirmativa não afirma isso. Não é possível deduzir tal dado. Outros diriam que os americanos estão sofrendo. Também não se pode afirmar tal informação, pois a frase não afirma isso. O que podemos afirmar é que nem todos os americanos estão nessa situação. Many Americans significa que são muitos, mas não todos. Not all Americans are on foreclosure. Esta é uma possível dedução segura da frase. Os candidatos geralmente se deixam levar pelo emocional ou por informações que leram de outras fontes.
No caso de questões de dedução não se pode afirmar algo que não tenha sido abordado no texto. Não se pode imaginar. O candidato deverá usar o texto e seu contexto e o tom do autor para responder a questão. Um exemplo de questão de inferência é quando a banca pergunta: “what is the tone of the author?” O autor está pessimista, otimista, a favor ou contra a argumentação proposta no artigo. Ou ainda, o autor se posiciona neutralmente em relação ao assunto tratado. Tal questão poderá ser respondida se o candidato tiver lido a introdução e a conclusão do texto com atenção.
Mais uma vez, o primeiro parágrafo, ou seja, o parágrafo que contem a introdução, é a parte mais importante do texto. A conclusão será uma repetição do que foi proposto na introdução.
Além das questões de interpretação, o candidato deverá responder perguntas sobre vocabulário. Não é necessário decorar um dicionário inteiro para que alguém possa responder uma questão de vocabulário. Não é disso que se trata uma prova de compreensão de texto. O vocabulário é sempre contextualizado. Portanto, as palavras e expressões que a banca escolherá terão de ser contextualizadas, ou melhor, vistas e interpretadas no próprio texto. O exemplo acima descrito “Many Americans have been on foreclosure since the economic crisis hit the United States in 2008.” contemi uma palavra que talvez a maioria dos candidatos não conheça. Nem por isso, será impossível deduzir o significado do vocábulo. Foreclosure teria uma valência positiva ou negativa? De acordo com o contexto, fica claro que tal vocábulo só pode ter uma valência negativa. Palavras como crisis indicam que foreclosure só pode ter um aspecto negativo. Não é necessário saber o significado da palavra ou expressão. É importante que o candidato deduza qual valência a palavra possui de acordo com o contexto. Portanto, não se prendam a uma palavra. É imprescindível que se pense no contexto.
Verifiquem a frase onde o vocábulo se encontra. Leiam a frase anterior e a frase posterior. A partir disso, façam uma dedução lógica do que o vocábulo denota, sempre a partir do contexto.
Finalmente, o candidato deverá mostrar outra habilidade à banca: paraphrasing. É desta habilidade que se trata toda a prova de compreensão de texto. Paraphrasing significa dizer a mesma coisa em outras palavras. “I am looking for an apartment” significa “I am seeking a place to live”. A banca sempre elegerá frases no texto e trocará palavras, expressões, vocábulos por expressões sinônimas a fim de parafrasear o que está escrito no texto. É a habilidade mais importante do candidato. É algo que fazemos diariamente. Sempre ouvimos uma história e recontamos a história, utilizando nossas próprias palavras. Isso se chama parafrasear. A idéia principal do texto será parafraseada. Informações contidas no texto serão parafraseadas. Vocábulos serão parafraseados. Enfim, o conhecimento semântico do candidato será avaliado a partir da habilidade de leitura chamada: paraphrasing. Uma boa dica para que o candidato desenvolva tal habilidade é leitura. Quanto mais o candidato ler, mais ele exercitará tal função da língua.
Portanto, vamos recapitular as habilidades que o candidato deverá mostrar que possui para a Banca examinadora. 1- Gist: compreensão da idéia principal do texto. 2- Skimming & scanning: questões diretas, ou seja, encontrar informações que estão diretamente apresentadas no texto. 3- deduction & inference: questões indiretas, ou seja, mostrar a habilidade de deduzir e inferir aquilo que está dito no texto de uma maneira menos direta. 4- Vocabulary: mostrar habilidade de deduzir um vocábulo a partir do contexto, levando em conta a valência que a palavra ou expressão denota. 5 – paraphrasing: habilidade de reconhecer que a mesma idéia foi dita de outra maneira.
Mais uma vez, vale a pena ressaltar que a melhor maneira de desenvolver tais habilidades da função de leitura é através da leitura. Portanto, boa leitura e boa sorte.

Por Marco Aurélio de Carvalho Silva
Fonte: Folha Dirigida



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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Pouco tempo para Estudar

Por Concurseiro Solitário

Eu trabalho o dia todo, acordo 6 da manhã e chego em casa 6 da tarde. Começo a estudar de 7h às 11:00... estudo morrendo de sono... gostaria de forçar mais meu organismo pra estudar até mais tarde, pelo menos 1h... mas tá difícil... Vc poderia dar algumas dicas como posso fazer para melhorar meu rendimento na hora de estudar, tenho certeza que serão dicas muito bacanas e que darão uma motivação a mais. Grande beijo e obrigada pela atenção”.

A falta de tempo para estudar tira o sono de muitos concurseiros, afinal de contas, não é todo mundo que pode parar tudo e se dedicar 110% ao estudo para concursos públicos Isso é fato e cada um tem de lidar com isso da melhor forma possível. O problema é que muitos desses concurseiros se preocupam mais com o número de horas que poderão dedicar ao estudo ao invés de se preocuparem com a qualidade do estudo.

Vou me colocar nos sapatos da concurseira que enviou a mensagem acima e dizer o que eu faria no lugar dela. Claro que esse é um modo de fazer as coisas e pode até não ser o melhor modo, mas é o que funcionaria para mim, mesmo porque já fiz assim. Notem que vou falar de horas líquidas de estudo, ou seja, o tempo que efetivamente estudo, diante do livro, debulhando a matéria.

Durante a semana (de segunda à sexta):

- Considerando que eu acorde às 6 da manhã e saia de casa pouco antes da 7 horas, acordaria uma hora antes, às 5 horas. Organizaria as coisas de forma a precisar de 10 minutos a menos de tempo para me arrumar e tomar café da manhã. Demorarei somente 10 minutos entre acordar e sentar para começar a estudar (tempo para escovar os dentes, lavar bastante o rosto com água fria para acordar e tal).
RESULTADO: 1:00 hora líquida de estudo.

- Levarei sempre comigo a Constituição Federal e estudarei sempre que puder, seja no ônibus, no metrô, no intervalo do cafezinho. Estudar a Constituição é estudar Direito Constitucional, matéria cobrada em qualquer concurso público.
RESULTADO: 1:00 hora líquida de estudo.

- Na hora do almoço comeria rapidinho para poder estudar um pouco mais a Constituição.
RESULTADO: 30 minutos líquidos de estudo.

- Chego em casa às 18 horas. Faço tudo o que preciso fazer até às 19:00 horas (tomo banho, faço o jantar, o que seja). Estudarei entre às 19:00 horas e 22:45 horas, com somente um intervalo de 10 minutos. Às 23:00 horas estou na cama pegando no sono.
 RESULTADO: 3:30 horas líquidas de estudo.

Programando meus dias úteis dessa forma, estudarei 6:00 horas líquidas diariamente.

Nos fins de semana:

- No sábado acordarei às 7:00 horas (assim já terei duas horas a mais de sono que nos dias úteis, ajudando a compensar o cansaço). Às 7:15 horas já estou pronto para começar a estudar. Considerando que sempre tem coisas para fazer no sábado de manhã, principalmente porque trabalho durante toda a semana, estudarei até às 10:30 horas com somente um intervalo de 15 minutos.
 RESULTADO: 3:00 horas líquidas de estudo.

- Volto a estudar às 13:30 horas (se possível tiro um cochilo de no máximo 20 minutos antes de começar a estudar) e termino às 17:00 horas, com três intervalos de 10 minutos ao longo do período.
RESULTADO: 3:00 horas líquidas de estudo.

- Volto a estudar às 19:30 horas para terminar às 22:45 horas, com um intervalo de 15 minutos no meio do período. Já estarei pronto para dormir às 23:00 horas.
RESULTADO: 3:00 horas líquidas de estudo.

Programando o sábado dessa forma, estudarei 9:00 horas líquidas.

- No domingo acordarei novamente às 7:00 horas e às 7:15 horas já estou pronto para começar a estudar. Como no domingo geralmente rola almoço com a família e tal, estudarei até às 10:30 horas com somente um intervalo de 15 minutos.
RESULTADO: 3:00 horas líquidas de estudo.

- Volto a estudar às 13:30 horas (se possível tiro um cochilo de no máximo 20 minutos antes de começar a estudar) e termino às 17:00 horas, com três intervalos de 10 minutos ao longo do período.
RESULTADO: 3:00 horas líquidas de estudo.

Programando o domingo dessa forma, estudarei 6:00 horas líquidas.

Com essa programação semanal, terei estudarei durante a semana ótimas 45 horas!

Não adianta, gente, não existe concurso público onde a aprovação não dependa de muito, mas muito estudo. Claro que seria muito bom se a disputa não fosse assim tão grande, mas ela é e o negócio é estudar o suficiente para passar, afinal de conta, “this is Sparta!”.

Chega de blá blá blá e vamos a alguns conselhos muito úteis para quem está pensando em anotar o método de estudo que descrevi.

Conselho 1 – Organização é o segredo.

É incrível o tempo que se perde quando o material de estudo está desorganizado. Em um dia de estudo com todo o material desorganizado, o “levanta, procura apostila, senta, levanta, procura livro, livro errado, procura livro, senta, levanta, pega papel, ...” consumirá um bom tempo que deveria ser usado para estudar. Então, deixe seu material organizado, separe-o por matérias e na ordem de estudo, tenho um estojo grande com canetas, lapiseiras, régua e tal, uma pasta com papel sulfite para anotações, organize os sites de estudo e material em PDF. Se você for organizado, já estará um pouquinho a frente de um monte de candidatos desorganizados.

Conselho 2 – Saiba lidar com o cansaço.

Quem trabalha o dia todo e ainda estuda o suficiente para ser aprovado em concursos públicos ficará cansado, muito cansado. Mas isso não significa que você deva forçar os limites do seu corpo, afinal de contas, CONCURSEIRO MORTO NÃO TOMA POSSE EM CARGO PÚBLICO. Se o cansaço for demais, estude menos e vá dormir mais cedo por alguns dias ou então tire um final de semana para viajar, se divertir, só não vale dormir o tempo todo. Isso é recarregar as baterias para estar pronto para estudar muito melhor alguns dias depois.

Conselho 3 – Adeus feriados, descanso, viagens.

A regra geral é que concurseiro que estuda sério não tem mais feriados livres, descanso em excesso ou faz viagens por diversão. O negócio é estudar durante cada minuto disponível. Desde abril desse ano (2007) estou nessa e está funcionando, meu índice de acertos em provas e simulados é de no mínimo de 87%. Esse ano não participarei de nenhuma ceia de natal, éveillon, festas, isso fica para o ano que vem quando eu já estiver empossado e com dinheiro no bolso, aí será em alto mar, durante um cruzeiro ao Caribe.

Conselho 4 – Converse com familiares e amigos.

Estudar para concursos públicos é como ter uma namorada possessiva e ciumenta, que não aceita que você perca seu tempo com amigos ou familiares, porque quer toda sua atenção, cada minuto livre que você tiver tem de ser para ficar com ela. O pior é que ela é vingativa e se você não a satisfazer, ela pode fazer com que você não seja aprovado tão cedo. Então, não dê chance para o azar e converse com seus familiares e amigos, explique que até ser empossado você será uma pessoa anti-social que só viverá para trabalhar e estudar. E, sinceramente, se não quiserem entender o problema é deles, mas o cargo público, ótimo salário e estabilidade que só o cargo público pode oferecer será seu e somente seu.

Conselho 5 – Nada de baladas, bebidas e BBB.

Estudo sério não combina com baladas que só terminam quando o dia está raiando, bebedeiras regulares e assistir Big Brother Brasil. Gente, querer ser aprovado em concursos públicos sem abrir mãos dessas coisas é estupidez misturada com muita ingenuidade. Se você não quer abrir mãos desses “pequenos prazeres mundanos”, então nem comece a estudar, pois esse negócio de concursos públicos não é para você.

Conselho 6 – Cuidado com a saúde, alimentação e beba muita água.

Mais uma vez, para você nunca mais esquecer, CONCURSEIRO MORTO NÃO TOMA POSSE EM CARGO PÚBLICO. Então, nada de deixar a saúde de lado, não praticar atividades físicas, não se alimentar direito. É fato que quem está com dor ou se sentindo mal não terá condições de estudar. Alguém com indigestão, subnutrido ou com colesterol alto também não terá como estudar direito. Então, cuide da saúde, vá ao médico ou dentista quando precisar (mas leve um livro ou apostila para estudar enquanto estiver na sala de espera). Alimente-se de forma leve e saudável. Faça atividades físicas regularmente (pelo menos 30 minutos a cada dois dias, valendo correr, caminhar rápido, andar de bicicleta, subir e descer escadas). PRINCIPALMENTE, tome no mínimo 2 litros de água ao longo do dia, todos os dias. Tomar bastante água melhora a concentração, aumenta a capacidade de memorização, diminui o cansaço. É sério, eu experimentei e não deixo de tomar bastante água diariamente por nada (a não ser que esteja perdido no deserto, claro).

Conselho 7 – Somente comece se for para terminar.

Deixei o conselho mais importante por último. Um dos piores sentimentos que existem é a FRUSTRAÇÃO, principalmente porque ela tem a capacidade de assombrar as pessoas por muito, muito tempo, não raro até o momento do último suspiro (leia-se, até a morte). Quando alguém decide estudar para concursos públicos, começa com aquela animação característica. Mas se não existir comprometimento, gana de vencer e disposição para muitos sacrifícios, não vai estudar direito, o dinheiro investido não virará nada e uma hora a frustração chega, aí, “a vaca foi pro brejo”. Se você não tem certeza de que está a fim de se sacrificar o suficiente para ser aprovado, então nem comece a estudar para concursos públicos. SOMENTE COMECE SE FOR PARA TERMINAR.

RESUMO DA ÓPERA – Alguns dirão que estou sendo muito duro ao dar esses conselhos, mas somente estou sendo sincero, porque é assim mesmo que as coisas funcionam no universo dos concursos públicos. A guerra dos concursos públicos é brutal, exige muito comprometimento e HBC (horas de bunda na cadeira estudando) e não perdoa aqueles que não lutam para vencer, muito pelo contrário, passa por cima deles. Pelo menos agora você não poderá mais dizer que nunca ninguém falou disso para você.

Fonte: Blog Concurseiro Solitário

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