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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Concurso Público ou Faculdade?



Eis uma dúvida muito recorrente para aqueles que saem do segundo grau e se deparam com a vida adulta. E vamos combinar, não é uma dúvida qualquer. Trata-se de uma decisão importantíssima, e que merece toda a nossa atenção.
Os tempos mudaram, e isso é evidente, basta dar uma olhadinha ao redor. Há alguns anos atrás, os jovens (e principalmente os pais deles) sonhavam em ingressar em uma faculdade e se formar, o que por si só, já abriria muitas portas no mercado de trabalho. O fato, é que isso mudou muito e hoje, uma formação superior já não faz tanta diferença. Eu até me arrisco a dizer que a melhor decisão para quem está nessa situação, hoje, é encarar primeiro um concurso público. Vejam bem, não estou dizendo que a faculdade não seja importante, e nem mesmo estou defendendo o mundo dos concursos (por ser um concurseiro), mas a verdade é que o mercado de trabalho está cada vez mais cruel, e começar a vida com um emprego estável faz toda a diferença.
Gosto de citar exemplos, e como posso falar abertamente dos meus, lá vai mais um: quando sai do segundo grau, ouvi meus pais dizendo uma centena de vezes: faça um concurso público. Ambos são servidores, e só melhoraram de vida depois de deixar o mercado privado. Como todo adolescente, repleto de sonhos e ambições, resolvi encarar a faculdade e deixar isso para depois. Enquanto estudava, também trabalhava, e ganhando três ou quatro salários mínimos, acreditei, por um bom tempo, que isso era mais do que suficiente. Depois de cinco anos, já formado, me deparei com o mercado de trabalho. Em pouco tempo, notei que não teria o sucesso pretendido, pelo menos não sem trabalhar ininterruptamente (para não dizer “como um louco”). Foi então que decidi encarar os concursos, muito mais concorridos e difíceis do que os de outrora, e me arrependi amargamente de não tê-los feito bem antes.
Volto a afirmar que não estou sento taxativo, é claro que para muitas pessoas, o mercado privado e a faculdade tão sonhada se tornam uma grande e recompensadora realidade, mas, entrar no mundo dos concursos o quanto antes, também pode ser muito, muito recompensador. O que poderia ser melhor do que pagar a sua própria faculdade? Não depender de ninguém e começar a construir os sonhos com as próprias mãos. É algo que um concurso público pode te proporcionar, mesmo que com apenas “invejáveis” dezoito ou dezenove anos.
RESUMO DA ÓPERA - Trata-se de uma decisão difícil, não resta dúvida; principalmente porque é uma decisão que se refletirá por toda a sua vida. Se você está entrando na vida adulta e pensando em fazer um concurso antes da faculdade, sugiro que leve adiante esse projeto. Com um ou dois anos de estudo, você se tornará um empregado ou servidor público e a partir daí, poderá galgar degraus ainda mais ambiciosos. O que posso dizer é que valerá a pena! Não tenha dúvida disso. Por outro lado, se você sonha com uma profissão e uma determinada faculdade, siga em frente também, pois o importante é sempre buscar o crescimento pessoal e continuar adiante, tal qual o próprio mundo caminha.

Por Alisson Felipe
Fonte: Blog do Concurseiro Solitário


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sábado, 13 de agosto de 2011

Mito ou verdade: nome da universidade pesa no currículo?


Muito se fala sobre o peso do “nome da universidade” no currículo dos profissionais. Mas até onde esta história é verdadeira? Tire suas dúvidas aqui.

Por Fábio Bandeira de Mello

É muito provável que você já tenha escutado que aqueles que estudam em renomadas instituições de ensino superior terão mais facilidade de conseguir um emprego do que aqueles que estudam em instituições menos conceituadas. Mas será que isso é verdade? Até que ponto o nome da intituição de ensino influência a escolha dos recrutadores em uma entrevista?
 Entrar e concluir uma instituição de ensino superior no Brasil, de fato, não é tarefa para todos. Segundo dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), apenas 8% da população brasileira possuem esse diploma acadêmico. Mas quando se trata das universidades mais conceituadas, esse número de pessoas que conseguem o diploma é ainda menor.
 A coach Reginah Araújo, da Escola de Executivos e Negócios Master Mind, revela que o nome da universidade influência sim e, em determinados casos, é determinante na decisão dos recrutadores em uma entrevista de emprego. "Existem universidades que são realmente referência em algumas áreas e aí, o diploma de uma dessas renomadas universidades faz a diferença na análise do currículo".
 Para os olhos do mundo corporativo, o aluno de uma boa faculdade já foi aprovado duas vezes: uma quando passou no vestibular e outra quando se formou, já que o grau de exigência nestas instituições costuma ser bem maior.
 Quando se trata de candidatos para estágio, trainee ou recém formados que, geralmente, não possuem ainda uma grande bagagem profissional, o peso dessa escolha é mais acentuado. Claudia Monari, consultora da Career Center, consultoria especializada em gestão estratégica de carreiras e recursos humanos revela que "muitas empresas fazem seus processos seletivos para programas de estágio e trainee e já na pré-seleção definem de quais universidades devem vir os candidatos, antes mesmo de chamá-los para uma entrevista."

Mas afinal, como saber se uma universidade é bem conceituada? Uma dessa forma é conferir a avaliação do MEC (Ministério da Educação) sobre a instituição. Para isso existe o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) que é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. Além disso, é possível encontrar ajuda em revistas e jornais que produzem rankings de qualidade e contato com pessoas que já passaram pelas instituições.

"Nome de universidade" - diferencial até quando?

Mas quem acha que apenas estudar em uma universidade renomada terá sempre um diferencial para concorrer no mercado está profundamente enganado. Especialistas em recursos humanos entrevistados pelo Portal Administradores são unânimes em dizer que a experiência profissional anterior conta mais na hora da escolha dos candidatos.
 A consultora Claudia Monari analisa como importante o conceito da universidade na decisão dos recrutadores, mas faz uma ressalva sobre o tema. "Existe a possibilidade do candidato ser escolhido por conta da universidade que fez, porém quanto mais maduro, ou seja, quanto maior a maturidade do candidato, o fator universitário vai ficando mais distante, dando espaço para experiência, que conta muito mais." Para Cláudia Monari "nada substitui a prática do dia a dia e o perfil de competências que o profissional adquire com a maturidade".
 Teresa Gama, diretora e consulta do Projeto RH, empresa especializada em recrutamento e gestão pessoal, compartilha da mesma opinião. Para ela "quando a vaga requer uma experiência específica, uma maturidade profissional, o que geralmente pesa mais é a bagagem do candidato e o seu perfil. E, não apenas isso, mas também se ele buscou ampliar seus conhecimentos, teve experiências, mesmo que com projetos que possam ter propiciado uma visão crítica, analítica, postura empreendedora etc.

Outros diferencias

Na busca de um "lugar ao sol" no mercado, outro fator que colabora na conquista para uma vaga é o constante aprimoramento. Para isso, aquele que busca manter-se atualizado através de, por exemplo, cursos, palestras, intercâmbio, leituras ou um novo idioma, é um profissional mais valorizado no mercado. "A pessoa também pode fazer uma pós-graduação boa e isso também dá um peso maior à sua formação", acrescenta a diretora do Projeto RH, Teresa Gama. 
 Teresa salienta que "a formação é apenas um dos itens avaliados em um processo seletivo. O perfil e as competências que a posição requer têm um peso muito grande na decisão sobre a contratação. O mercado muda muito e requer um profissional atualizado e com as tendências que o cargo exige".
 Mas para aqueles que ainda não possuem um currículo diferenciado e querem conquistar uma oportunidade, a especialista Reginah Araújo revela uma dica. "Quando o candidato não possui um belo currículo deve possuir um ótimo desempenho na entrevista com um bom marketing pessoal e surpreender o entrevistador". 
 Por tanto, independente se você possui um bom currículo ou um ainda não tão bom assim, demonstrar sempre determinação, vontade e personalidade nas tarefas exigidas são trunfos para te ajudar a ter mais sucesso no futuro e no presente da sua carreira. 

                 Fonte: Site Administradores.com

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Bolsistas do ProUni terão mais tempo para concluir graduação

O prazo, que antes era de, no máximo, uma vez e meia a duração regular do curso, foi ampliado para duas vezes.


Portaria do Ministério da Educação (MEC), publicada dia 25 de julho de 2011, dá mais tempo para que os bolsistas do Programa Universidade para Todos (ProUni) concluam a graduação. O prazo, que antes era de, no máximo, uma vez e meia a duração regular do curso, foi ampliado para duas vezes. Com a mudança, o bolsista de um curso com quatro anos de duração poderá concluir a graduação em até oito anos (antes, o limite seria seis anos).
 De acordo com o MEC, o objetivo é dar ao estudante que porventura tranque a matrícula o direito à bolsa até a formatura. No caso do aluno que consegue o benefício quando já está matriculado em algum curso superior, o período cursado antes de ele entrar no programa será deduzido do prazo total.
 O ProUni oferece bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) a estudantes de baixa renda que tenham feito o ensino médio em escola pública. Desde a criação, em 2004, cerca de 863 mil alunos receberam o benefício do programa. 

Fonte: Site Administradores.com.br – O portal da Administração

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Fies recebe inscrições para financiar cursos universitários

Aqueles que desejam ingressar em uma universidade, mas não têm como custear e também não conseguiram vaga em uma gratuita, já podem se inscrever no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES). Durante o período de duração do curso, o estudando pagará a cada três meses o valor máximo de R$ 50,00, referente ao pagamento de juros incidentes sobre o valor financiado.
Concluído o curso, o aluno terá 18 meses de carência para se estabilizar e, nesse período, fará o pagamento do valor devido da mesma forma que quando estava estudando. Encerrado o prazo, o saldo devedor do estudante será parcelado em até três vezes o período financiado do curso, acrescido de um ano.
Os interessados devem acessar o site do MEC  e fazer a inscrição, na qual será necessário informar os dados solicitados. Além dos dados pessoais, o estudante precisará informar a renda familiar e do grupo familiar, que deverão ser confirmados mediante documentação (documentos de identificação do estudante e dos membros do seu grupo familiar; comprovante de residência e comprovante de rendimentos).
O candidato deverá, ainda, informar o curso e a instituição em que está matriculado, além de parâmetros para a definição do financiamento a ser solicitado, que incluem a duração do curso, o valor da semestralidade, o período a ser financiado e o percentual de financiamento.
Para aqueles que têm receio de entrar em um financiamento, o sistema permite que seja feita uma simulação, disponibilizando, em caráter ilustrativo, informações aproximadas sobre os valores das parcelas a serem pagas e o período de financiamento. No ato da inscrição, o candidato deverá escolher qual a instituição bancária, inclusive a agência, em que deseja contratar o financiamento. Estão habilitadas a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.
É preciso que o concorrente esteja atento ao calendário, visto que terá dez dias após a inscrição para validar suas informações, através da documentação informada, na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA), na instituição de ensino superior escolhida. Já o prazo para o comparecimento na respectiva agência bancária para contratar o financiamento é de até 20 dias, contados também após o dia de conclusão da inscrição.
O FIES foi criado em 1999 pelo MEC a fim de financiar a graduação na educação superior de estudantes matriculados em instituições não gratuitas. Este ano, o programa vem com algumas novidades, que incluem a queda dos  juros para 3,4% ao ano e o fato de que o financiamento pode ser solicitado em qualquer período do ano.

Serviço: sisfiesportal.mec.gov.br
Fonte: Folha Dirigida

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